Publicado; janeiro 16, 2012 Filed under: coisas que não mudam a vida de ninguém Leave a comment »
Se eu pudesse escolher uma frase pras próximas gerações, não seria sobre o protetor solar do Bial, não. O que deveria ser legado é: Me inclua fora dessa! Tem frase melhor?
Tô na vibe de Iansã…
Publicado; janeiro 15, 2012 Filed under: música Leave a comment »“Iansã comanda os ventos” é um verso maravilhoso.
Confidente do meu coração
Publicado; janeiro 13, 2012 Filed under: ego, música 2 Comments »Acho que a assinatura do domínio deste site vence agora em janeiro(?), e nem sei se renovo.
E 2012 começou tão bom e marítimo, que até parece que sei lá. Tenho ouvido mais rádio e tenho dado sorte, pois é cada musicão… Hoje tocou “Brisa do mar”, na voz do Chico. Me lembro dessa música quando ainda existia o Kazaa e eu me vangloriava das 300 e poucas músicas que eu tinha na biblioteca do meu Media Player, quando tudo era mais sóbrio e digno e eu nunca havia comido lagosta. Acho que a letra traz uma mensagem bacana, boa de se viver, boa pra se começar o ano.
Juliana Paes e “essa coisa toda do…do Exu”
Publicado; dezembro 14, 2011 Filed under: brasil Leave a comment »Orixá quer que a gente viva.
Publicado; dezembro 3, 2011 Filed under: gatos, música 1 Comment »
Não dá pra descuidar dela. Como diria Regina Casé, Bethânia “me derruba“. Fui descendo a barra de rolagem do itunes e achei “Recital na noite barroco”. Achei a concordância estranhíssima, fui até pro Google. Era “Recital na boite barroco”. Aí, era outra explicação, gente. O disco é maravilhoso, claro. A capa é deslumbrante com esses insetos passeando por tudo. E onde fica(va?) a Boite Barroco?
Comprei uma casinha pra Manu; custou caro o negócio. Foi um daqueles pequenos dilemas de consumo de classe média. Mas ela não quer entrar de jeito nenhum, ai de mim.
Está faltando uma coisa em mim
Publicado; dezembro 2, 2011 Filed under: música Leave a comment »Eu só ainda não sei o nome dele.
Estácio!
Publicado; novembro 7, 2011 Filed under: música Leave a comment »O samba não para de me surpreender: baixei um DVD da Mart’nália em Berlim que é muito bom. Gosto demais da música que ela faz.
Se alguém quer matar-me de amor,
que me mate no Estácio.
Esses versos são maravilhosos! Essa confissão de tudo, como se a morte fosse bem menor que o Estácio… !
A vida é reticências
Publicado; outubro 28, 2011 Filed under: música Leave a comment »“O vento” do Caymmi é tão forte que nem sem mais dizer qual versão é a minha preferida, se com Bethânia, Gal, Milton… O que eu gosto mesmo é desse respeito pelo Vento, como se um deus…Vento que vai verso afora… Me impressiona essa cadeia vela-barco-gente-peixe, essa coerência invejável. Em Caymmi tudo é tão sagrado, meudeus!
Descobri no meu computador a versão da Mônica Salmaso. Linda.
A sua lucidez
Publicado; outubro 21, 2011 Filed under: artes, ego, música Leave a comment »Descobri hoje um mini-moleskine na livraria por R$6,90 e comprei para anotar o que ainda nem senti. Eu tenho um bonito toda vida, que comprei faz tempo, mas que escrevi pouquíssimo. Eu tinha até uma caneta pra escrever só nele. A gente arranja umas bobeiras, né? No final de semana, vi a Nanda anotando tudo no dela e agora quero fazer o mesmo.
Aliás, Samuca e Nanda vieram trazer luz para minha casa. Luz que clareia o pensamento firme da gente e ensina as desimportâncias da vida. Fiquei lúcido sentimentalmente.
“Sabe uma faca me rasgando? Um mundo se acabando…Gal Costa cantora, Gal Costa mulher, a mulher terrível, a noiva, a morta, a viúva, a maravilha. É muito difícil falar essas coisas, eu não sei, Gal Costa sempre me trata com choques elétricos. Eu chego pra ver ela, e me arrebato por ela, me arrebento por ela, me desarrumo por ela. É como se a vida tivesse se partindo, se começando”.
Estou pensando nos tempos de antes de eu nascer (2)
Publicado; outubro 13, 2011 Filed under: Literatura 1 Comment »Estou lendo “Campo Geral”, do Rosa. E que delícia o nome dos cachorros: Gibão, Zerró, Julim. Caráter, Catita, Soprado, Funesto e a Pingo-de-Ouro.
Me veio o sítio do meu avô, onde tinha um cachorro chamado Cojaque.





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