Queria dizer tudo com tão pouco, ai de mim.
Publicado; janeiro 23, 2010 Filed under: ego, Literatura, música 1 Comment »A felicidade da minha vida é saber que sábado que vem estarei no Rio de Janeiro. Chego bem cedo, nas primeiras horas da manhã, e vou direto para Ipanema, pra me reconciliar com o mar. Preciso ouvir intimamente a sua voz, porque, quando estamos sós, ele é como um milagre criado só pra mim.
Essa semana, li O que é o contemporâneo? do impossivelmente ótimo G. Agamben. Queria escrever um texto só pra ele, mas não tenho tempo, tenho que viver. Então vai a parte que mais me sensibilizou do livro:
“a amizade é a condivisão que precede toda divisão, porque aquilo que há para repartir é o próprio fato de existir, a própria vida. E é essa partilha sem objeto, em com-sentir originário”.
Me explica muitíssimo, porque ai de mim sem meus amigos com quem reparto a própria existência.
E esse tal de Kid Abelha canta umas musiquinhas tão bonitinhas: “sempre vai haver uma canção cantando tudo, tudo de mim”.




quer dizer que você vem dia 29 ou 30?
já li esse “desonra”, tá gostando?