Tenho saudade da minha antiga pobreza, quando tudo era mais sóbrio e digno e eu nunca tinha comido lagosta!

Eu não tenho um pingo de responsabilidade: com uma monografia sobre Paul Ricoeur pra fazer e tanta coisa pra estudar e corrigir, eu comecei a ler as 852 páginas de 2666, do Roberto Bolaño. Ai de mim! Ai de mim, muito!
(E o título é da Clarice.)


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