Esqueci Björk em 2007, relembrei, gostei, mas não me importo se esquecer de novo. Ou de como me tornei crítico de cinema, ai dos leitores.
Publicado; agosto 11, 2010 Filed under: artes 1 Comment »Coloquei Björk pra tocar hoje e ela não gritava aqui em casa desde 2007 (acho). Daí, escutei o Dancer In The Dark, álbum com a trilha do filme do Lars von Trier, e fiquei relembrando das coisas. Ora, não tinha me dado conta até hoje de que o filme é uma pérola. Isso porque o enredo é o mais desgastado possível, parece caso de Sônia Abrao: cega é acusada injustamente de roubar e matar vizinho para pagar cirurgia do filho… Coisa de Datena também. Daria um filme imbecil esse argumento dessa pobre mulher injustiçada.
Mas o filme é impecável e tudo graças ao diretor e a Björk, à sensibilidade (!) deles. Nem sei se alguém já disse isso. Mas sei é que me deu vontade de escrever que Lars von Trier é dos melhores diretores que já conheci. E eu até me esqueci que tenho preguiça de cinema. Ai de mim.




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