Esqueci Björk em 2007, relembrei, gostei, mas não me importo se esquecer de novo. Ou de como me tornei crítico de cinema, ai dos leitores.

Coloquei Björk pra tocar hoje e ela não gritava aqui em casa desde 2007 (acho). Daí, escutei o Dancer In The Dark, álbum com a trilha do filme do Lars von Trier, e fiquei relembrando das coisas. Ora, não tinha me dado conta até hoje de que o filme é uma pérola. Isso porque o enredo é o mais desgastado possível, parece caso de Sônia Abrao: cega é acusada injustamente de roubar e matar vizinho para pagar cirurgia do filho… Coisa de Datena também. Daria um filme imbecil esse argumento dessa pobre mulher injustiçada.

Mas o filme é impecável e tudo graças ao diretor e a Björk, à sensibilidade (!) deles. Nem sei se alguém já disse isso. Mas sei é que me deu vontade de escrever que Lars von Trier é dos melhores diretores que já conheci. E eu até me esqueci que tenho preguiça de cinema. Ai de mim.


Um Comentário on “Esqueci Björk em 2007, relembrei, gostei, mas não me importo se esquecer de novo. Ou de como me tornei crítico de cinema, ai dos leitores.”

  1. fernandinha disse:

    hahaha!


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